segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Aos 83 anos, Eva Wilma se prepara para novo desafio….

Aos 83 anos, Eva Wilma se prepara para novo desafio…. Ela conta tudo ao Glamurama

Eva Wilma || Créditos: Divulgação/Felipe Andriolo
Eva Wilma sobe ao palco do Teatro J. Safra, em São Paulo, nesta quinta-feira, mas não atuará. Glamurama explica. Aos 83 anos, ela encara um novo desafio na carreira: a estreia como cantora. O début acontece como uma participação especial no show “Crise, Que Crise”, projeto musical concebido por Johnnie Beat que vem a ser filho de Eva Wilma. O  espetáculo reúne, além de Johnny, os cantores Heloá Holanda, semifinalista do “X Factor”, e William Paiva. A atriz faz uma participação especial soltando a voz em “Uirapuru” – uma homenagem a Inezita Barroso, sua primeira professora de canto -,  “Felicidade”, de Lupicínio Rodrigues, e “Trenzinho do Caipira”, de Villa Lobos.
Sobre sua estreia como cantora, Eva falou com exclusividade ao Glamurama:”Pra mim é um desafio grande participar de um trabalho com sete músicos. Minha formação musical do passado me estimulou muito a aceitar o convite. Estou feliz e entusiasmada, e na expectativa de que o publico goste.”
E a data não poderia ser mais especial. Em toda sua carreira, são quase 65 anos na ativa, participou de apenas de um musical: “Oh, Que Delícia de Guerra”, em 1967. Mas nunca deixou de lado suas aulas de cantos e de dança. “Sempre achei que o ator tem que saber dançar, cantar e representar. Gosto muito de cantar.”
Aproveitamos a oportunidade para perguntar o que ela acha da nova geração de atores que vem despontando por aí. “Acho que eles vem com vontade de acertar e eu tenho vontade de ajudá-los nessa missão. Quando estamos em gravações trocamos muitas figurinhas. Dos atuais, destaco Silvério Pereira, o Nonato de “A Força do Querer”. Ele é um ator maravilhoso. Além dele, há muitos outros jovens com histórico teatral muito bom, que me deixa realmente entusiasmada”
Eva também acompanha de perto as novelas atuais e revela sua preferência pelas das 6. “Essa que está em cartaz, ‘Tempo de Amar’, é muito boa.” E se nega a fazer um comparativo entre as novelas de décadas passadas e as atuais: “Sempre digo que novela é como contar uma história. Quando a história é boa, a gente não quer que acabe.”
Seu papel inesquecível? “Geralmente o público indica “Mulheres de Areia” e “A Indomada”. Para mim, sempre será o próximo. Mas respeito a opinião do publico e concordo. Fazer as gêmeas Ruth e Raquel, na versão original de Mulheres de Areia (1973), e Altiva, em “A Indomada”, foi muito divertido.” Sobre censura, que voltou a ser pauta no mundo artístico, ela dispara: “Sou a favor da liberdade de expressão, sempre fui, desde a época da ditadura, e esse posicionamento continua.”
Hoje, Eva Wilma tem uma rotina ativa porém tranquila. É dona de casa, lê muito, adora receber a família, passar o tempo com seus cinco netos, mas sem abrir mão da agenda profissional. Atende a entrevistas, vai a ensaios, se reúne com agentes e tudo o mais que permeia a vida de uma estrela. Apesar de não se fazer presente nas redes sociais, está sempre conectada. “Tenho iPhone e uso bastante Whats App e e-mail. Os outros recursos procuro aprender cada vez vez mais.”
Após sua breve estreia como cantora, já engata novo projeto: uma minissérie de quatro episódios feita pela Globo em parceria com a O2. “Gostei e logo aceitei. Começamos a gravar em dezembro”, adianta ela, sem revelar o nome nem quando vai estrear.
Eva Wilma entre Heloá Holanda, William Paiva e Johnnie Beat || Créditos: Divulgação

domingo, 22 de outubro de 2017



terça-feira, 17 de outubro de 2017

Eva Wilma e Heloá Holanda, cantora semifinalista do programa X Factor Brasil, se apresentam cantando juntas em show inédito no Teatro J. Safra

Eva Wilma e Heloá Holanda, cantora semifinalista do programa X Factor Brasil, se apresentam cantando juntas em show inédito no Teatro J. Safra
 
"Crise, que Crise?" é um espetáculo inédito que une vários ritmos e chega na capital paulista, no dia 2 de novembro, em única apresentação
O Teatro J. Safra recebe no dia 2 de novembro, quinta-feira, o show inédito “Crise, que Crise?”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através da música. Em única apresentação, o espetáculo que vai do pop rock, passando por músicas do folclore ao compositor Villa Lobos, foi idealizado por John Herbert Jr., o Johnnie Beat, cantor, compositor e filho da atriz Eva Wilma, promete grandes emoções. Além de Johnnie, o show traz ao palco sua mãe, Eva Wilma, o cantor e diretor musical paulista William Paiva e Heloá Holanda, cantora semifinalista do programa X Factor Brasil, da Rede Bandeirantes.

Este espetáculo também marca a estreia de Eduardo Figueiredo como diretor de um show. Após receber o convite da própria Eva Wilma, aceitou o novo desafio. Muito respeitado no meio cultural, diretor de grandes sucessos no teatro, entre eles: “Mulheres Alteradas”, “Aprendiz de Feiticeiro”, “Frida y Diego” e atualmente “O Gatão de Meia Idade, a peça”.
"Crise, Que Crise?", canção que dá nome ao show e será lançada nesta ocasião, é de autoria de Johnnie. Além disso, a música aborda o tema, tão em voga no país, de forma otimista. A capa do álbum da banda inglesa Supetramp, "Crisis, Wath Crisis", de 1975, e este momento difícil que o Brasil passa, inspiraram o cantor e compositor.
“Pensando na crise, não acho que devemos, de fato, nos preocupar e sim nos reinventar e passar por cima de tudo de maneira leve e com a esperança. Afinal, a música nos traz sentimentos bons. Estou muito feliz em levar tantos nomes bacanas e diferentes gerações ao palco. Minha mãe, que está ansiosa em relembrar os tempos em que aprendeu muito com Inesita Barroso, Heloá, uma voz feminina que trará delicadeza e encanto ao show, e, claro, William Paiva, um excelente cantor que trará força”, comentou Johnnie.
A participação de Eva Wilma, que, antes de iniciar sua carreira bem-sucedida como atriz, teve incursões na música, dá um colorido especial ao roteiro. E, como convidada de honra, homenageará o poeta ferreira Goulart e o compositor Heitor Villa Lobos, numa leitura moderna de suas obras.

A banda, composta especialmente para essa ocasião, ainda trará canções de sucesso de Nando Reis, Samuel Rosa, Erasmo Carlos, passando por The Beatles, Lou Reed e finalizando com o grande nome da música brasileira, Gilberto Gil. Sempre à sua maneira, com um pouco de rock n’roll e um sotaque blues.
Ficha Técnica

Direção Geral: John Herbert Jr. e William Paiva
Direção Cênica: Eduardo Figueiredo
Direção Musical: William Paiva
Produção: Acts Produções Artísticas Ltda.
Violão: John Herbert Jr.
Piano e voz: William Paiva
Teclados: Johnny Mantelato
Guitarra: Leandre Gomes
Contrabaixo: Samuel Junior
Baixo: Felipe Marques
Bateria: Wellington Maia
Participações Especiais: Eva Wilma, Heloá Holanda e Roger W. Lima

SERVIÇO

Show “Crise, que crise?”

Data: 2 de novembro, quinta-feira
Horário: 21h
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos
Valores
Plateia Premium: R$ 60,00
Plateia Vip: R$ 60,00
Mezanino: R$ 35,00
Mezanino com visão parcial: R$ 15,00

Teatro J. Safra
Endereço: Rua Josef Kryss, 318 - Barra Funda - São Paulo - SP
Telefone: (11) 3611-3042
Abertura da Casa: 2 horas antes de cada horário de espetáculo, com serviço de lounge-bar no saguão do Teatro.
Capacidade da casa: 627 lugares
Acessibilidade para deficiente físico

Estacionamento:
Valet Service (Estacionamento próprio do Teatro) - R$ 25,00
Horário de Funcionamento da bilheteria
Quartas e quintas – 14h às 21h
Sextas, Sábados e Domingos – 14h até o horário dos espetáculos
Vendas on-line: www.teatrojsafra.com.br ou http://www.compreingressos.com/teatros/497-Teatro-J+-Safra

Teatro J. Safra - COMPREINGRESSOS.COM
www.compreingressos.comCompre ingressos para assistir as peças e shows no Teatro J. Safra.
Teatro J. Safra
www.teatrojsafra.com.brO Teatro J. Safra nasce com a base da grande trajetória de seus curadores. Conheça melhor a idealização da mais nova casa de espetáculos de São Paulo.
Vendas por telefone: (11) 2626-0243
Aceita os cartões de crédito: Amex, Dinners, Elo, Mastercard, Visa e Hipercard.
Não aceita cheques.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

As dores de Eva Wilma estão na JP de junho


Aos 82 anos, Eva Wilma abre para a revista Joyce Pascowitch a dor emocional que sentiu ao perder seu último marido, Carlos Zara, e a dor física provocada pela artrose: mesmo assim, ao subir no palco, ela garante que tudo desaparece. Veterana em cena, com mais de uma centena de personagens no currículo, a atriz fala sobre amor, trabalho, sucesso e plásticas.
Texto: Paulo Sampaio; Fotos: Jonas Tucci
Frases de Eva Wilma
* "Tive um tipo de infarto que os cardiologistas chamam de 'síndrome do coração partido'" (Em relação ao ocorrido que a levou ao hospital logo depois de sua apresentação que comemorava 50 anos de carreira, na peça Primeira Pessoa. A frase dimensiona o sentimento da atriz após a perda do segundo marido, Carlos Zara).
* "Eu digo ao médico que a artrose nesse braço está insuportável, ou que a garganta está péssima, ele recomenda repouso. Mas aí eu entro em cena e tudo desaparece".
* "O papel da heroína é sempre da atriz jovem. Mas tem a velhinha também. Em todo caso, se demorarem a me chamar na TV, que eu adoro, faço teatro, ou vou para o cinema" (Eva Wilma diz que nunca enfrentou o ostracismo depois de entrar na terceira idade).
* "É coisa pra ganhar prêmio em qualquer lugar do mundo" (Em relação à atuação de Irandhir Santos e Domingos Montagner na novela Velho Chico); Eva Wilma ainda conta que escreveu um bilhete e mandou para o apoio de elenco. "Espero que os atores tenham recebido porque eu sei como a gente fica feliz com o elogio de um companheiro".
* "Eu entrei com o meu Fusca embaixo de um caminhão e tive sorte de sobreviver, mas a pele do meu rosto rasgou na altura do nervo ótico (ela mostra a maçã direita). Fiz três cirurgias"; "O Pitanguy me pegou no laço, eu fui"; "Sou a favor de fazer algumas correções, mas tenho pavor de alterar a expressão do rosto. Eu olhava as fotos dos atores brasileiros em Cannes, e não encontrava a Sonia Braga. Meu Deus do céu, é outra pessoa!" (Sobre cirurgias plásticas).

A publicação, editada pelo Grupo Glamurama, estará nas bancas de todo o Brasil a partir do dia 10 de junho.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

VETERANA EM CENA

VETERANA EM CENA

13 DE JUNHO DE 2016
Um papo revelador com Eva Wilma
Ao contrário de muitas atrizes de mais de 60 anos, Eva Wilma diz que nunca enfrentou o ostracismo depois de entrar na terceira idade.  “Pode ser falta de sorte (de alguns). Agora, de fato, o papel da heroína é sempre da atriz jovem. Mas tem a velhinha também. Em todo caso, se demorarem para me chamar na TV, que eu adoro, faço teatro, ou vou pro cinema”, diz ela. Aos 82 anos, cheia de lembranças, mais de uma centena de personagens no currículo, a atriz fala na J.P 117 sobre amor, trabalho, sucesso e plásticas (junho de 2016).

http://joycepascowitch.uol.com.br/veterana-em-cena/