sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Abertura Aquele Beijo - Marcia e Mario Fofoca - Elas por Elas


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Os pobres ficam na ilha



domingo, 22 de janeiro de 2012

Foto Eva e Zara


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Eva Wilma ganha carro 0 km em sorteio




Revista CARAS 19 de Jan. de 2012 (EDIÇÃO 950 - ano 18)
Eva Wilma ganha carro 0 km em sorteio
Após sorteio na Ilha de CARAS, brinde com Mônica Carvalho, Adriana Birolli, Marcos Frota e Dani Suzuki

A sorte sorriu para Eva Wilma (78) na Ilha de CARAS. Com um amuleto mais que especial nas mãos, o CD do herdeiro — o músico Johnnie Herbert
(53) —, a atriz quase não acreditou quando a chave que escolhera entre
as cinco do grupo de finalistas deu partida no charmoso Novo Kia
Picanto, o segundo sorteado na temporada 2012. “Estou muito feliz.
Nunca tinha ganhado um prêmio como esse. Meu filhão me deu sorte. Falei
com ele ao telefone e ficou eufórico. Estou há um ano e meio sem guiar,
mas já o avisei que voltarei a dirigir”, diz ela — mãe também de Vivien (55), ambos com o ex John Herbert (1929-2011)
—, enquanto se encanta com o interior do veículo, que tem câmbio
automático, direção elétrica e controles de áudio no volante. “Fui a primeira a ser chamada para tentar ligar o carro. Sentei, coloquei a chave e logo funcionou”, emenda a tia Íris de Fina Estampa.
Dentre os convidados que depositaram cupons com seus nomes na urna, os atores Mônica Carvalho (40), Adriana Birolli (24), Daniele Suzuki (34) e Marcos Frota (56) ficaram contentes por chegar à final e satisfeitos com o resultado. “Não tem como não ficar feliz pela Eva”, exalta Adriana. Além de Ary Jorge (52), diretor de vendas da Kia Motors do Brasil, a atriz Joana Lerner (27) e o amado, Gustavo Spiegelberg (29), parabenizaram a diva da TV.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O Rio de ... Eva Wilma

O Rio de... Eva Wilma

Uma das grandes atrizes brasileiras, a paulista Eva Wilma, 74 anos, mantém relação de uma vida inteira com a terra carioca. Aqui, viveu boa parte de sua carreira, no teatro, na televisão e no cinema. Hoje, segue na ponte aérea, para dar vida à Cândida, sua personagem na novela "Desejo proibido". A história de amor com a cidade marca a presença da grande Eva (a diva está acima, feliz da vida, na foto de Simone Marinho) na seção "O Rio de...", parada dominical obrigatória aqui no site da turma da coluna. A atriz cita um carioca genial, recomenda - entre muitos programas - um dos nossos principais parques e desfia um emocionante rosário de lembranças.

Um carioca: Millôr Fernandes, porque ele tem um bom humor invejável (como você confere, pela lente de Marcos Ramos).

Um amigo no Rio: Nossa, vários. Mas vou citar Antonio Gilberto, diretor de teatro. Porque vamos
ao teatro juntos e conversamos bastante sobre os espetáculos e sobre dramaturgia de uma forma geral.

Um programa: Todos que impliquem natureza. Teria que nomear pelo menos 10, é a cidade
maravilhosa. Tem passeios infinitos, só o Jardim Botânico (veja o Jardim Bíblico, abaixo, na foto de Fábio Rossi) já dá para fazer um mês de exploração na natureza.

Um lugar para comer: Qualquer botequim na esquina. Costumo comer parcimoniosamente e usufruir de companhia. Não vou sozinha.

Uma paisagem: O horizonte do mar, no Leblon, onde eu tenho meu apartamento, que chamo de minha “casa de praia”.

Uma recordação da cidade: Como sou atriz, tenho uma recordação de teatro, cinema e TV. Quando eu tinha 14 anos, a idealizadora do corpo de baile do Teatro Municipal era minha
mestra em São Paulo e me convidou para integrar o São Paulo Ballet de Maria Olenewa. Ela bolou de levar esse grupo de quatorze moças numa viagem de navio que saía de Santos e parava em todas as capitais da costa até Manaus. Além de me apresentar em todos os teatros de cada
cidade, verdadeiros monumentos, os meus pais permitiram que eu viesse com minha colega japonesa, também do grupo, para conhecer o Rio. Foi quando eu conheci o Jardim de Alah (que você revê abaixo, na foto de Marco Antonio Cavalcanti). Depois, embarquei no navio chamado Dom Pedro II no dia seguinte. Voltei quando fiz meu quarto filme, o primeiro aqui no Rio, chamado “Chico Viola Não Morreu”, em 1954. Também vinha para cá uma vez por semana quando fazia ao vivo para a TV Tupi o programa “Alô, Doçura”. Foi um momento marcante, pois meu filho fez muita ponte aérea na minha barriga.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

77 separa Carlos Zara e Eva Wilma


Eva Wilma e Carlos Zara: os mais votados


Todo mundo ama essa mulher



A indomada - diversos




Carlos Zara: um galã caseiro



Fim de ano


O rei do gado


A guerra de gerações



Eva Wilma e Carlos Zara


John Herbert e Eva Wilma: as duas faces de um casal



Eva Wilma: meu charme está nas rugas!


A viagem