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sábado, 15 de setembro de 2018

Eva Wilma estreia peça em papel que já foi de Beatriz Segall


Eva Wilma estreia peça em papel que já foi de Beatriz Segall

'Quarta-Feira, sem Falta, Lá em Casa' entrará em cartaz no Teatro Porto Seguro em 5 de outubro

Eva Wilma se despediu das gravações de O Tempo Não Para, novela das 7 da Globo, no último dia 5. “Minha personagem, a doutora Petra, fugiu para os Estados Unidos”, conta. A atriz, porém, engatou um novo trabalho no dia seguinte. Ao lado de Suely Franco, Eva ensaia a peça Quarta-Feira, sem Falta, Lá em Casa, que estreia no Teatro Porto Seguro em 5 de outubro. “Faço o mesmo papel que foi de Beatriz Segall (que faleceu no começo do mês) em 2005. Vai ser uma forma de homenagear essa colega que fez coisas tão lindas no teatro”, afirma ela, que contracena pela primeira vez com Suely. “Preparem-se. Estamos muito afinadas no tom cômico.”

sábado, 28 de julho de 2018

Eva Wilma comenta a tecnologia de criogenia abordada em O Tempo Não Para: “O tema é ousado!”

Eva Wilma comenta a tecnologia de criogenia abordada em O Tempo Não Para: “O tema é ousado!”

 
Doutora Petra (Eva Wilma) em O Tempo Não Para
Doutora Petra (Eva Wilma) em O Tempo Não Para (Divulgação/ TV Globo)

A partir do dia 31 de julho, Eva Wilmaviverá Petra em O Tempo Não Para, nova novela das 19h da Globo. Audaciosa cientista especializada em criogenia, estudo de baixas temperaturas, ela verá seus olhos brilharem ao saber que um imenso bloco de gelo com 13 pessoas foi descoberto na praia do Guarujá, em São Paulo.
Essas figuras vieram diretamente do período monárquico brasileiro de 1886 – século XIX. E foram congeladas após o imponente navio Albatroz chocar-se em um iceberg e naufragar na região da Patagônia. Contudo, as histórias que podem estar por trás dos corpos congelados é o que menos importa para Petra. Sem limites e tão pouco ética, ela quer mesmo é usá-los em estudos que contribuam para o avanço da ciência.
Em uma conversa com o Observatório da Televisão, Eva Wilma descreveu sua personagem e falou sobre os 65 anos de carreira. A atriz também opinou sobre a proposta do autor, Mário Teixeira, de mesclar assuntos científicos com o humor que uma novela das 19h exige. Confira o bate-papo:

Eva Wilma fala sobre Petra, sua personagem

Como a Petra pode ser descrita? Com ela não há limites quando o assunto é conhecimento e vai querer a todo custo ficar com os congelados, né?
Você está me contanto (risos). Na verdade, o autor e o diretor que deveriam estar aqui conversando. Quando li a proposta, eu ache muito interessante. É um termo racional, dificílimo com termos científicos e perder o humor. É parecido com Os Experientes que eu acabei de fazer, onde o autor colocou frases Shakespeariana em todos os personagens. Então, dizer isso coloquialmente é difícil e a mesma coisa está acontecendo aqui. Tem termos científicos dificílimos, complicados, temos que dizê-los como quem entende disso e ter o bom humor com isso.
As novelas das sete são conhecidas por ter uma dose cômica. A Petra vai ter essa característica?
Quando todos nós do elenco conversamos, o que é muito bom porque nos entrosamos, eu falei que é muito saboroso para o ator isso de falar seriamente sem perder o humor, sem perder o tom brincalhão. Eu acho que é uma participação oportunidade, um desafio fazer uma médica cientista. Eu só me lembro de médicas do programa Mulher, durante dois anos. Ao lado da minha querida Patrícia Pillar a gente se esbaldou. Médicos cientistas são sempre difíceis porque são pessoas que você tem que conhecer profundamente, levar a sério e no horário das sete não perder o tom brincalhão.
A proposta de trazer a tecnologia da criogenia pode confundir o público das novelas das sete que, normalmente, está acostumado com assuntos mais simples e direto?
Nós estamos bem curiosos para ver a reação do público e vamos fazer de tudo para que ele goste. O tema é ousado! Essa é a palavra certa e eu acho que é bom ousar mesmo. No nosso campo de trabalho, nós atores, diretores, artistas em geral, temos que aprender a ousar sempre e cada vez mais.

Novo formato de novelas

Analisando essa originalidade que a novela traz. A senhora acha que o público pode ter mudado junto com esse novo modo de fazer novela?
Eu acho que, sobretudo, a própria TV evoluiu colocando no ar vários produtos menores. Várias mininovelas, como foi o caso de Verdades Secretas, que abriu esse espaço. Vários seriados, séries, isso é uma ousadia também e está correto. Eu acho que é seguindo o que acontece no mundo todo. A obra da novela muito contínua está começando a exigir que a gente condense mais a história.
Em breve, a novela A Indomada será reprisada no canal Viva. Como foi dar vida a beata Maria Altiva?
Eu estava esperando que isso acontecesse. Foi muito prazeroso fazer. O autor, o Agnaldo, é cheíssimo de ousadia, de humor e etc. Veio com a ideia dele de caçoar do anglicismo nordestino. O Marcos Paulo foi um diretor adorável. Ele conhecia profundamente o ator porque ele mesmo era um grande ator, e ser dirigida por ele foi um prazer que não dá nem para descrever de tão grande. Não só ele como todo o elenco: Adriana Esteves (Lúcia Helena), Claudio Marzo (Pedro Afonso), Ary Fontoura (Pitágoras). Eu adorava brincar com o Doutor Pitágoras. Enfim, é muito humor do próprio realismo fantástico, que é o que chamam. Mas, sobretudo, é um crítica bem-humorada do anglicismo nordestino.
Entre os novos rostos da nossa teledramaturgia, o público está vendo grandes atores como a senhora, Fernanda Montenegro e Lima Duarte fazendo sucesso de novo nas novelas. Ao que a senhora atribui isso?
Eu acho que está correto. Eu acho que no mundo inteiro, os atores que continuam atuantes podem fazer um bom trabalho junto com todos os jovens. Tem espaço no mundo todo para atores veteranos.

Racismo no Brasil

O Tempo Não Para é uma trama que vai falar sobre escravidão, fazendo uma reflexão sobre a realidade atual e com a do século XIX. A senhora acredita que o racismo acabou no Brasil?
Não! Nem no Brasil, nem no mundo todo. Isso não vai acabar nunca porque depende da cabeça das pessoas. No dia que tivermos escolas gratuitas e especial para todo mundo possa ser que diminuía, porque aí as cabeças se abrem. Escola e saúde, essas são as duas coisas que nós temos que batalhar. Eu acho que é um momento oportuno porque nós vamos votar, então temos que olhar muito bem quem defende essa tese da escola e saúde. Tudo isso tem a ver com cultura e cabeça aberta, em você flagrar quando existir racismo dentro de você mesmo.
Por isso que está na hora de aprender votar. É um momento muito oportuno, propício e importante para que todo mundo raciocine profundamente. O brasileirismo que foi estimulado pela Copa de futebol, agora tem que vir com todo vapor pela consciência política e pela consciência do voto em função de tudo isso que eu coloco, a diminuição da diferença social.  Escola para todos é que vai proporcionar isso e saúde também.

Choque com o Brasil atual

A novela vai mostrar um choque cultural e de mentalidade quando os personagens forem descongelados. Alguma coisa te choca nessa sociedade em que vivemos?
Muitas. Não sei especificar no momento, daqui a pouco virá na cabeça. A gente vê certos absurdos. No momento em que você batalha por saúde, hospitais para todo mundo, de repente você vê um hospital sofisticadíssimo, com grandes evoluções. Aliás, é uma coisa que essa novela coloca em discussão.
Em o Tempo Não Para, Petra é uma médica cientista que entende de tecnologia. Na vida real, a senhora também lida bem com tecnologia?
Eu chego a enlouquecer (risos). Eu preciso me policiar muito porque senão eu fico no WhatsApp e no Facebook fascinada. A gente pega coisas tão maravilhosas, por exemplo: as palestras e os bate-papos que eu pego do Ariano Suassuna são para mim um estímulo, uma inspiração, uma coisa muito maravilhosa. Então essa vantagem existe. Eu posso participar de palestras do Ariano Suassuna e me esbaldar com isso e aprender muito com isso. Tem alguns senadores também, são poucos, mas existem uns que me fascinam.

Assédio do público

A senhora é uma atriz com um currículo extenso e cheio de personagens inesquecíveis. Como lidar com o assédio do público?
Recentemente, eu ousei a voltar para uma representação musical. A minha formação de atriz foi como cantar, dançar e representar. Aprendi a cantar com Inezita Barroso. E nessa representação, eu aproveitei o fato de que meu filho é músico e foi participando da luta dele que me encaixei nisso. Tive o prazer de retomar aulas de canto e nós desenvolvemos um trabalho gostoso. Eu voltei a estudar bastante.
Eu sempre digo que o ator, aliás, isso é para qualquer carreira e profissão, tem que evoluir a vida inteira. O tal do assédio, eu falo no espetáculo da representação, é muito difícil lidar com isso. É uma das coisas mais difíceis que tem, porém você precisa prestar atenção porque é para esse público que você faz o trabalho. É para esse público que eu estou me doando. Então se vem um tipo de assédio é preciso lidar com isso. Jamais agredir!

Cobrança do público

O público te cobra quando some da TV? Pede a sua volta?
Claro, claro! A televisão é uma janela para o mundo. Eu sempre digo que uma coisa interessante é que o povo todinho adora teatro. Tanto que quando temos a oportunidade de levar (um espetáculo), por exemplo, em São Paulo para o CEU, Centro Educacional Unificado, com uma entrada gratuita o público superlota. Dá volta no quarteirão.  E por que eu estou falando disso? Porque eu sempre disse que gosto de televisão, a velocidade não deixa de ser uma história. Eu gosto de trabalho no cinema, onde eu queria homenagear Roberto Farias. O primeiro grande filme dele, que foi Cidade Ameaçada, me levou à Europa para a Semana de Filme Brasileiro em Roma.
Enfim, eu gosto de ser atriz nesses três veículos, mas a escolha do ator está no espaço cênico livre, ao vivo e de corpo inteiro. Eu preciso voltar à escola esporadicamente. É um tempo meu, eu descubro. Eu penso assim: ‘aí meu Deus, estou começando a cristalizar o meu trabalho. Eu preciso evoluir de novo’. Então, por exemplo, essa personagem (Petra) é uma evolução. Não está no espaço cênico livre, mas está na janela para o mundo que é a televisão.
E como é contracenar com a nova geração de atores?
A gente fica contente quando consegue um espaço porque são muitos talentos. É só ir nas raras e boas escolas de teatro de arte dramática que encontra grandes talentos. Agora, conseguir entrar, principalmente na janela para o mundo (TV), é uma chance única e maravilhosa. Então a gente fica fascinado, eu fico contente. Queria que mais jovens tivessem essa chance.

65 anos de carreira

Quantos anos de carreira a senhora está completando?
Eu estou comemorando 65 anos de carreira e no fim do ano 85 de idade. E eu jamais vou perder o prazer do meu trabalho, do meu ofício de ser atriz e de defender a cultura. Recentemente, na comemoração dos 50 anos daqueles momentos difíceis, publicaram novamente aquela foto emblemática de nós mulheres todas de mãos dadas. Aliás, nossos líderes na época, Dias Gomes, Flávio Rangel, Ferreira Gullar, enfim… nem sei mais porque estou falando isso (risos). São 64 anos de exercício do meu ofício. Às vezes, eu mesma fico até assustada, falo assim: ‘preciso parar e meu renovar’.
A senhora se sente abençoada ter uma carreira de mais seis décadas em um país que não valoriza a arte?
É como eu citei, o povo adora teatro, é só levar. É um povo que não tem poder aquisitivo nem para ir ao cinema quanto mais ao teatro. E quando você tem a oportunidade de levar o espetáculo para outros lugares e levar dessa maneira como acontece no CEU, em São Paulo, o público fica maravilhado, agradecido, vibra com a gente e nós mais ainda com o público. Essa é a função da arte, chegar ao grande público.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Aguinaldo Silva fala sobre a A Indomada no Viva




https://telepadi.folha.uol.com.br/aguinaldo-silva-celebra-volta-de-indomada-no-viva-e-minha-novela-favorita/

segunda-feira, 16 de julho de 2018


Aos 84 anos, Eva Wilma revela que é viciada em redes sociais

Aos 84 anos, Eva Wilma revela que é viciada em redes sociais


 
Eva Wilma (Foto: Reprodução)
Entre a ética e a ambição. Petra Vaisánen vai viver esse dilema em "O Tempo Não Para" ao encontrar uma família, que foi congelada em 1886, durante um cruzeiro na Patagônia. Depois de 132 anos, o bloco de gelo descongela e acaba chegando no litoral de São Paulo e a cientista especializada em criogenia [ciência que estuda o congelamento de materiais] quer pesquisar melhor os Sabino Machado nem que para isso seja preciso passar por cima das normas e também das pessoas.
Para viver essa personagem complexa, a direção da próxima novela da 19h escalou Eva Wilma, que volta às novelas depois de três anos -sua última personagem foi socialite arruinada Fábia de "Verdades Secretas".
"Estou empolgada. Quando eu li a sinopse, gostei de cara porque a ideia da trama é ousada, avançada. Falar de um tema completamente novo, científico e com humor, por conta do horário, é muito difícil. Nós do elenco estamos curiosos para saber a reação do público! Eu acredito que as pessoas vão gostar", prevê a atriz.
Aos 84 anos de idade e com 65 de carreira, Eva rechaça a ideia de que o mercado busca atores mais jovens deixando de lado os veteranos."De jeito nenhum. Sempre há espaço para todos e no mundo inteiro é assim. Sou privilegiada de trabalhar com jovens e veteranos, dividir a cena com bons atores."
Ela revelou não se importar com o assédio. Diz que quem faz televisão, a "janelinha para o mundo", precisa saber lidar com a repercussão de cada trabalho. Eva assumiu também estar ligada as redes sociais. "Chego a enlouquecer. Preciso me policiar porque fico horas conversando, pesquisando e aprendendo com esse mundo digital."
A atriz também falou que o racismo será abordado na nova novela das 19h, que deve estrear no próximo dia 31. "O racismo não acabou nem aqui, nem no mundo porque depende das cabeças das pessoas. No dia em que nós tivermos escolas gratuitas e especiais para todos, aí sim pode ser que diminua o racismo e outros ismos. As cabeças se abrem e tudo tem a ver com a cultura! Escola e saúde pública são duas coisas primordiais numa sociedade e nós temos que batalhar por elas. O momento oportuno é este, temos eleições e podemos mudar tudo escolhendo os candidatos e votando bem." 

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Eva Wilma sobre nova novela: 'Estou em pânico, com frio na barriga


Eva Wilma sobre nova novela: 'Estou em pânico, com frio na barriga'

Por: O Globo


“Sou a única que está viva”, diz Eva Wilma, emocionada, olhando a foto emblemática de 50 anos atrás em que aparece ao lado de Leila Diniz, Eva Todor, Tônia Carrero, Odete Lara e Norma Bengell na passeata contra a censura do governo no teatro, em 1968. São 15h de uma quarta-feira chuvosa em São Paulo e ela, sentada na sala de seu apartamento, no Itaim Bibi, lembra o momento como se fosse hoje. “Um guardinha nos barrou, a Norma disse ‘olha aqui, seu milico de merda’, e deu uma joelhada nas partes baixas dele”, conta a atriz, antes de soltar a gargalhada gostosa que aparece em muitos de seus personagens.
Aos 84 anos, Eva não perdeu a disposição da jovem que aparece no retrato. Recentemente, foi às ruas protestar contra um projeto da prefeitura de SP, que previa a construção de um prédio de 25 andares no lugar de uma escola municipal. “Temos que vigiar os políticos de perto”, diz. Católica, Eva pede em suas orações “que Deus salve o Brasil do caos”. “Rezo para conquistarmos um governo digno e também para ficar lúcida”, confessa. Embora lucidez a atriz tenha de sobra, o corpo, às vezes, lhe prega peças e ela recorre à bengala, que chama de “meu cavalo”.
Eva sabe que “o tempo não para” — e é justamente esse o título da novela que, depois de um hiato de três anos, a trará de volta à TV, em julho. “No meu tempo, beijava-se de boca imóvel, fechada, mas o Allan Fiterman (diretor de “Verdades secretas”, de 2015) me pediu ‘faz biquinho’”. Atenta às mudanças, a atriz só não se conforma com duas coisas: a quantidade de cenas de sexo na televisão e de selfies fora dela. “É um horror! Vem marmanjo e bota a mão no meu ombro se fazendo de íntimo. Deixo de ir a estreias por causa do ‘tira uma foto comigo’. É sempre aquela luz de cima, que entorta o nariz e te faz sair sem um olho”, brinca.
Na entrevista completa, a atriz confessa que está "em pânico" com a nova novela, lembra ter sido "queimada na fogueira" quando se separou e conta como reage diante dos fracassos da carreira.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Exclusivo: Intérprete de Altiva, Eva Wilma comenta estreia de “A Indomada” no Viva


Exclusivo: Intérprete de Altiva, Eva Wilma comenta estreia de “A Indomada” no Viva


Eva Wilma celebra retorno de “A Indomada” no Viva: “Prazer indescritível” (Imagem: Divulgação / Globo)

Well”… “A Indomada”, clássico do horário das 20h exibido em 1997, estreia no Canal Viva em julho. E os telespectadores, os que conhecem e os que não conhecem, terão oportunidade de apreciar o trabalho de Eva Wilma como Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque, a grande vilã da trama de Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares. Sobre o folhetim e sua personagem, Eva falou com exclusividade ao RD1 na última sexta-feira (4).
As cenas da novela “A Indomada” são inesquecíveis pra mim. Tive um prazer indescritível interpretando o texto do Aguinaldo. A proposta dele como autor me inspirou um prazer lúdico sempre cheio de humor. O linguajar nordestino misturado com ‘inglesismo’ tinha um humor crítico muito divertido”, relembra a atriz, premiada naquele ano com o APCA e o Troféu Imprensa.
Ao mesmo tempo, a direção geral do Marcos Paulo foi precisa e talentosa. Ele tinha uma sensibilidade muito especial para dirigir as cenas. Como bom ator que sempre foi, ele estimulava nossa criatividade sem reprimi-la e estimulando nossa inspiração. E ele soube integrar toda a equipe de diretores e a equipe técnica com o mesmo talento. Então todos nós, atores, nos entendíamos. Enfim… Nós sentíamos prazer em representar juntos”, ressalta.
Bem-humorada, Eva Wilma concluiu, “revivendo” Altiva: “Foi isso viu, bichinho?! Thank you very much, viu, bichinho? Oxente, my God!”.
“A Indomada” será exibida pelo Viva às 23h30, com reapresentação às 13h30, em substituição a “Explode Coração” (1995). Nomes como Adriana Esteves, Ary Fontoura, Betty Faria, Cláudia Marzo, Eliane Giardini, José Mayer, Renata Sorrah e Selton Mello completam o elenco da trama.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

EVA WILMA APRESENTA SUA HISTÓRIA NO THEATRO VIA SUL FORTALEZA

EVA WILMA APRESENTA SUA HISTÓRIA NO THEATRO VIA SUL FORTALEZA


Em um espetáculo emocionante, a cantora Eva Wilma conta nos palcos do Theatro Via Sul Fortaleza, de forma lúdica, suas memórias e experiências de 65 anos de carreira artística, iniciada nas aulas de violão e canto com Inezita Barroso. Acompanhada por seu filho, Johnnie Beat, e William Paiva, entremeia suas conversas com a interpretação de canções que fizeram parte de sua e nossa história. O espetáculo “Eva Wilma – Casos e canções” acontece no dia 28 de abril, às 21 horas.
Sua impressionante e rica memória trará lembranças da convivência com colegas, grandes atores e atrizes, músicos, cineastas, produtores e empreendedores, que construíram a cultura das artes cênicas do nosso país, desde os primórdios do século XX, no teatro, no cinema, na televisão, nos livros e no suor da dedicação ao trabalho.
O público se emocionará com as histórias, poemas e canções. Do repertório de Inezita traz os clássicos “Uirapuru” e “Azulão”. De sua convivência com Badem Powell canta, em dueto com o filho, “Samba em Prelúdio”, de Baden e Vinícius de Moraes. Do sul do país e das lembranças de suas cantorias de infancia com os pais, “Felicidade”, de Lupiscínio Rodrigues. E de sua admiração pelo poeta Ferreira Gullar e pelo mestre Villa Lobos canta “Trenzinho Caipira”. O trio encerrará interpretando “Tempo Rei”, de Gilberto Gil, que permite sentirmos que “tudo permanecerá transcorrendo, transformando… tempo e espaço navegando todos os sentidos”.




Serviço:
Eva Wilma – Casos e canções
Data: 28 de abril
Horário: 21 horas
Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz
Entrada: R$30/60 (superior); R$40/80 (inferior)
Capacidade do Teatro: 732 Pessoas
Informações: (85) 3099-1290
Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.
Estacionamento no Shopping Via Sul
Créditos fotos: John Will e Mila Maluhy

Eva Wilma traz peça 'Casos e Canções' a São José

Eva Wilma traz peça 'Casos e Canções' a São José



Parceria. Eva Wilma em peça produzida e idealizada por seu filho, Johnnie Beat
Foto: /Mila Maluhy/Divulgação
Atriz revela memórias dos 65 anos de carreira em apresentação no Teatro Colinas
Paula Maria Prado@paulamariaprado
Aos 85 anos de idade, Eva Wilma nem cogita a aposentadoria, mas também não alimenta grandes sonhos. "Nessa fase da vida a gente faz uma coisa de cada vez. Aproveitamos o momento", contou.
Segundo ela, convites não têm faltado. "Mas só faço um novo trabalho quando me apaixono pela ideia", disse a atriz, que estava no Rio de Janeiro gravando uma participação na novela "O Tempo Não Para" (Globo), próxima trama das 19h, substituta de "Deus Salve o Rei". "É bom se manter ativa ainda mais no trabalho que você gosta. Preenche a vida, principalmente nessa fase", continuou Eva.
A atriz festeja seus 65 anos de carreira nos palcos e traz a São José, "Casos e Canções", peça em que compartilha memórias e experiências que viveu sob os holofotes. Nela, Eva dá vazão a dois de seus dons: o canto e a dança.
"Fui bailarina dos nove aos 19 anos e cheguei a me profissionalizar. Então começaram a aparecer convites para a televisão e pedi demissão do balé", revelou.
Já o dom do canto é uma herança de seus pais. "Desde a minha infância, eu e meu pai cantávamos juntos em casa. Depois, fiz aulas particulares de violão e canto com Inezita Barroso (1925 - 2015) - antiga apresentadora do programa 'Viola, Minha Viola' (TV Cultura)".
Luzes.
Entre as canções que Eva interpreta no espetáculo, "Urapuru" e "Azulão", do repertório de Inezita; "Samba em Prelúdio", de Baden Powell e Vinicius de Moraes, em que lembra de sua convivência com Powell; e "Felicidade", de Lupiscinio Rodrigues, que remete a sua infância.
Na ponta da língua, historias da convivência com colegas que construíram a cultura das artes cênicas do nosso país. "É um bate-papo de improviso. Cada espetáculo é único".
Também no palco os músicos Johnnie Beat, seu filho, e William Paiva.
Serviço.
A peça está em cartaz no teatro Colinas (av. São João, 2200) no sábado (21), às 21h, e domingo (22), às 19h. Ingressos a partir de R$ 60.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Casos e Canções de Eva Wilma

Casos e Canções de Eva Wilma




Quem já viu Eva Wilma interpretando talvez não imagine que por trás do talento cênico, ela também dance e cante. A prova dessa expressão artística pode ser conferida no espetáculo “Casos e Canções” em cartaz durante o final de semana, no Teatro Jorge Amado. No show, que integra a programação da 19ª Edição do projeto Catálogo Brasileiro de Teatro, a atriz  - acompanhada pelos músicos Johnnie Beat(Johnnie Herbert Jr, filho de Eva e do também ator Jonh Herbert) e William Paiva – interpreta as músicas que fizeram parte de sua história e que também terminam contando histórias outras como a de Inezita Barroso(apresentadora do Viola, Minha Viola e falecida em 2015), que foi sua professora de violão e canto.
Segundo ela, a ideia de produzir um espetáculo com essas características foi do filho. “Lembrei então que uma professora dizia que se cantava com o corpo inteiro. Para mim, cantar e dança enriquece o trabalho de ator”, completa, ressaltando que as canções foram eleitas por ela e os dois parceiros de espetáculo. No repertório, os clássicos Uirapuru, Azulão, sob a inspiração de Inezita; Samba em Prelúdio, de Badem Powell e Vinícius de Moraes, que interpreta em dueto com o filho; das memórias com os pais, Eva canta Felicidade, de Lupiscínio Rodrigues; Trenzinho Caipira, de Villa Lobos; além das poesias de Ferreira Gullar. O espetáculo é encerrado pelos três interpretando Tempo Rei, de Gilberto Gil. “Toda a genialidade de Gil está nessa canção, que tem tanta propriedade em nos lembrar que viver é movimento”, completa.
Eva garante que o desafio sempre a acompanhou ao longo dos seus 65 anos de carreira, logo cantar, dançar e interpretar não sobrecarregam. Vale salientar que a atriz, em paralelo ao espetáculo, integra o elenco da nova novela da Globo O Tempo Não Pára, onde interpretará uma cientista.
SERVIÇO
Teatro Jorge Amado(Av. Manoel Dias da Silva, 2177, Pituba). Amanhã, 20h, e domingo, às 19h. Ingressos: R$ 86| R$ 43. Vendas: bilheteria do teatro ou   compreingressos.com.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Eva Wilma traz a Salvador espetáculo musical

Eva Wilma traz a Salvador espetáculo musical


Por:

A atriz Eva Wilma, 84 anos, 66 de carreira artística, um dos maiores nomes do teatro e da televisão, pode surpreender o público baiano. É que a intérprete, que também deixa sua marca no cinema, também sabe cantar. E é este talento, desconhecido por muitos, que ela vai mostrar no espetáculo Casos e Canções que será apresentado sábado, às 20 horas, e domingo, às 19 horas, no Teatro Jorge Amado.
A atriz será acompanhada dos cantores, compositores e músicos Johnnie Beat (filho da atriz com o ator, produtor e diretor John Herbert , falecido em 2011) e William Paiva, que assina a direção musical do espetáculo.
A direção cênica é de Eduardo Figueredo. O quarteto participou do espetáculo Crise, que Crise? em 2017, que foi embrião do atual projeto.
Repertório
Filha única de pai alemão, Eva Wilma conta que herdou da família a paixão pela música (a mãe e o pai tocavam piano). “Dos 9 aos 19 anos aprendi balé, mas também tinha aulas de piano, violão e canto, o que me ajudou muito no meu trabalho de atriz”, afirma a intérprete.
Eva diz que a ideia do atual espetáculo foi do filho e entrega que, em cena, une canções e histórias da sua carreira. No repertório, homenageia sua primeira professora de canto, a grande Inezita Barroso, com os clássicos Uirapuru e Azulão.
Seguem, de acordo com Eva Wilma, as músicas Felicidade, de Lupicínio Rodrigues, Samba em Prelúdio, de Baden Powell, que ela considera “um gênio do violão”, e Vinícius de Moraes (ela acompanhou alguns processos criativos da dupla).
Sucessos de Adoniran Barbosa como Saudosa Maloca e Tiro ao Álvaro e Trenzinho Caipira, de Villa-Lobos, também fazem parte do repertório, bem como Tempo Rei, de Gilberto Gil. Do filho Herbert Junior, o Johnnie Beat, traz duas músicas: Nova Emoção e A Inveja. Entremeando as canções, ela recita poesia e relata algumas situações com os colegas.
Mulheres de Areia
Na primeira versão da novela Mulheres de Areia – um dos marcos da televisão brasileira, exibida em 1973 –, por exemplo, Eva lembra que o sucesso era tanto que no segundo mês de exibição, ônibus e mais ônibus chegavam à praia da cidade de Itanhaém, no litoral de São Paulo, para acompanhar as gravações.
Uma vez, ela e o ator Gianfrancesco Guarnieri, que fazia o Tonho da Lua na versão original, estavam em cima de uma espécie de morro, esperando para reiniciar os trabalhos. “Garoava, o povo não saía do local, parava de garoar, o povo permanecia, até que Guarnieri me saiu com esta: “Estou me sentindo Nossa Senhora de Lourdes!!!!”, lembra, entre risos. A icônica abertura da novela, aliás, quando Eva Wilma aparece, belíssima, correndo pela praia, será mostrada no espetáculo.
Outros projetos
A atriz está escalada para a nova novela das 19 horas, O Tempo não Para, escrita por Mário Teixeira. Seu personagem é uma médica. Também comemora a participação no curta Minha mãe, minha filha, de Alexandre Estevanato, que fala do mal de Alzheimer. E já gravou a série Os Experientes, parceria da O2 Filmes com a Globo. Energia para dar e vender.
>> Casos e canções / Sábado, 20h, e domingo, 19h / Teatro Jorge Amado/ (71) 3525-9720 / Av. Manoel Dias da Silva, 2.177 – Pituba / R$ 86 e R$ 43 (meia)

segunda-feira, 26 de março de 2018

Eva Wilma mostra seu lado musical em show na Tupi or Not Tupi

Eva Wilma mostra seu lado musical em show na Tupi or Not Tupi

Depois de mais de 60 anos atuando em filmes, peças teatrais e trabalhos na TV, Eva Wilma mostra seu lado musical no espetáculo Casos e Canções, em única apresentação na Tupi ou Not Tupi dia 31 de março…
No palco, a atriz traz para o público, de forma lúdica, as memórias e experiências de 65 anos de carreira artística, iniciada nas aulas de violão e canto com Inezita Barroso.
Acompanhada pelo produtor, compositor e cantor Johnnie Beat (seu filho, ao violão) e William Paiva (seu professor de canto, ao piano, voz e na direção musical), a atriz entremeia suas conversas com a interpretação de canções que fizeram parte de sua história. Eduardo Figueiredo assina a direção cênica.
Do repertório de Inezita apresenta os clássicos Uirapuru e Azulão. De sua convivência com Baden Powell canta, em dueto com o filho, Samba em Prelúdio, de Baden e Vinícius de Moraes. Do Sul do País e das lembranças de suas cantorias de infância com os pais, Felicidade, de Lupicínio Rodrigues. E de sua admiração pelo poeta Ferreira Gullar e pelo mestre Villa Lobos canta Trenzinho Caipira.
Curiosamente, o único espetáculo musical do qual Eva participou em sua carreira foi Oh, que Delícia de Guerra, nos anos 60. Era uma peça que criticava bem-humoradamente a 1ª Guerra Mundial. Foi sucesso. Para Eva foi a comprovação das suas aptidões para cantar, dançar e representar, “aptidões que fazem parte da formação dos atores”, como frisa no texto de apresentação que escreveu para o show.
Sua impressionante e rica memória trará lembranças da convivência com grandes atores e atrizes, músicos, cineastas, produtores e empreendedores, que ajudaram a construir a cultura das artes cênicas do Brasil, desde os primórdios do século 20, no teatro, no cinema, na televisão, nos livros e no suor da dedicação ao trabalho. Com certeza, o público se emocionará com as histórias, poemas e canções. O trio encerrará interpretando Tempo Rei, de Gilberto Gil, que permite sentirmos que “tudo permanecerá transcorrendo, transformando… tempo e espaço navegando todos os sentidos”, como fala Eva.


Show – Casos e Canções
Com Eva Wilma, Johnnie Beat e William Paiva 
Direção cênica de Eduardo Figueiredo
Tupi or Not Tupi
Rua Fidalga 360, Vila Madalena
Tel. 3813-7404
Capacidade: 100 lugares
Sábado, 31 de março, às 21h30
Ingressos: R$ 80,00
Classificação: Livre
Acesso a deficientes
Todos os cartões de crédito e de débito
Serviço de valet terceirizado

Eva Wilma (voz)
Desde a infância teve influência de sua mãe, concertista de piano e seu pai que tinha o dom de tocar piano “de ouvido”. Junto com o currículo escolar, teve o privilégio de receber aulas particulares de dança (balé clássico), piano, violão e canto. Jamais se esqueceu das noites em que seus pais se revezavam ao piano tocando e cantando juntos, e também das aulas com Inezita Barroso que a convidava para ser solista de recitais que promovia.

Johnnie Beat (violão e voz)
É Johnnie Herbert Jr., cantor, compositor e violonista, filho do ator, produtor e diretor John Herbert (1929/2011) com a atriz Eva Wilma. Começou a estudar violão aos 9 anos. Mais tarde estudou harmonia no conservatório Villa-Lobos, no Rio de Janeiro, e violão com Vera Brasil e Paulo Belinatti. Iniciou a carreira no teatro, como violonista e compositor no espetáculo infantil O Tesouro da Nau Catarineta. Foi percussionista do coreógrafo Klaus Vianna. Gravou seu primeiro álbum em 1998, Johnnie Herbert – Clara Presença. Em 2010 lançou o álbum Pílula no Chá, já como Johnnie Beat. Dois anos depois lançou seu terceiro álbum.

William Paiva (piano, voz e direção musical)
Pianista, cantor e compositor. Musicoterapeuta especializado em artes do corpo pela Técnica Klauss Vianna (PUC/SP) e mestrando em artes pela Universidade de São Paulo (ECA/USP), tem 32 anos e traça uma carreira musical assertiva. Foi orientador vocal do programa The X Factor Brasil, onde alinhou sua pesquisa de desenvolvimento musical para as práticas artísticas.

Eduardo Figueiredo (direção cênica)
Mestre em Teatro pela USP, encenador de diversos espetáculos e sócio-diretor da manhas&manias. Entre as peças que dirigiu estão: O Mistério do Fantasma Apavorado, O Fantasma de Canterville, A Soma de Nós, Mulheres Alteradas, Frida Y Diego e Aprendiz de Feiticeiro, etc. Assinou como autor e diretor de Só os Doentes do Coração Deveriam ser Atores e Ser Ator.