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quarta-feira, 29 de julho de 2015








Como a assanhada Fábia de ‘Verdades secretas’, Eva Wilma diz que namoro e bebedeira ela só encara na novela

Como a assanhada Fábia de ‘Verdades secretas’, Eva Wilma diz que namoro e bebedeira ela só encara na novela

Eva Wilma gravou as primeiras cenas de "Verdades secretas" com o auxílio de um colete. Foto: Rede Globo / Divulgação

Longe das novelas desde “Fina estampa’’ (2011), Eva Wilma conta que quase não conseguiu viver a personagem Fábia, em “Verdades secretas’’. Na véspera do início das gravações, ela tropeçou no degrau de um elevador e fraturou uma vértebra. A veterana chegou a gravar várias cenas usando um colete, mas, felizmente, já não precisa mais dele.

Na pele da socialite arruinada que adora torrar o dinheiro do filho Anthony (Reynaldo Gianecchini), a atriz se mostra em plena forma e cheia de amor para dar. Literalmente. Atraída por Oswaldo (Genésio de Barros), Fábia tascou um beijo nele. Na hora de gravar a cena, Eva mostrou todo o seu bom humor dizendo que era das antigas e, portanto, só beijava de boca fechada.

— O diretor falou para fazer biquinho e achei muito engraçado — lembra a atriz, de 81 anos de idade e 61 de carreira.

Carente de afeto, a personagem também levanta a questão da sexualidade na terceira idade, assunto que Eva tira de letra.

— Eu namoro meu trabalho, minha família, meus netos... Namoro a vida. Tem essa parte do prazer lúdico, que faz parte do trabalho do ator e a gente leva para a vida — diz ela, que foi casada com os atores John Herbert e Carlos Zara (com quem permaneceu até a morte dele, em 2002).

E se mesmo quando está sozinha na trama Fábia não larga o copo, sua intérprete é bem mais comedida: Eva bebe no máximo um cálice de vinho em situações especiais. Para ela, tocar no assunto do alcoolismo é importante.

— Se a gente começar a investigar, vai descobrir que por trás do alcoolismo muitas vezes está a depressão. Eu acho que a barra vai ficar pesada para a Fábia pelo que estou lendo nos textos — adianta.

Encantada com Giane

Empolgada com o trabalho, a artista elogia o formato da trama e destaca o carinho por um de seus colegas de cena em especial:
— Essa iniciativa de fazer mininovelas é muito certa e corajosa. E também gosto de trabalhar com Gianecchini. Ele é uma boa pessoa. E a relação dos personagens é de muita ternura — destaca ela.


Leia mais: http://extra.globo.com/tv-e-lazer/como-assanhada-fabia-de-verdades-secretas-eva-wilma-diz-que-namoro-bebedeira-ela-so-encara-na-novela-16997455.html#ixzz3hJalp0Aq

quinta-feira, 28 de maio de 2015

publicada há 8 horasatualizada há 7 horas

Prefeitura do Rio homenageia artistas mortos, mas não avisa familiares

José Wilker, Paulo Goulart e Carlos Zara viraram nomes de avenidas no Rio. Ao EGO, parentes disseram desconhecer homenagem, mas festejaram.

No último dia 20 de maio, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinou um decreto para homenagear José Wilker, Paulo Goulart e Carlos Zara. Desde essa data, os três artistas dão nomes a avenidas localizadas na capital fluminense, no bairro de Jacarepaguá.  A homenagem, no entanto, só não foi completa por um detalhe: os familiares dos atores mortos simplesmente não foram avisados pela prefeitura a respeito. "É uma surpresa, eu não sabia. Mas isso é maravilhoso. O Carlos amava essa Cidade Maravilhosa e, sem dúvida, ficaria muito feliz. E não é uma rua, é uma avenida (risos)! Que honra", diz Eva Wilma, viúva de Carlos Zara, ao ser procurada pelo EGO. "Até então, ele tinha uma praça com seu nome em Campinas, cidade em que nasceu, e um teatro em São Paulo no CEU do Butantã", completa a atriz.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Eva Wilma em 7 cenas

Eva Wilma em 7 cenas

Publicado na Revista Tutti Condomínios | 11ª Edição | Janeiro | 2014
Foto: Antonio Trivelin/Gazeta de Piracicaba
Uma dama do teatro como Eva Wilma marca presença logo ao chegar, como aconteceu assim que entrou no estande de vendas do Trio By Lindenberg, em Piracicaba, no final de semana em que apresentou, em Piracicaba, a peça Azul Resplendor, dirigida por Élcio Nogueira Seixas. Uma estrela conversa calmamente, lembra histórias de vida e de carreira, espalha simpatia. Foi o que ela ofereceu, nesses vários dedos de prosa em que se mostrou sem nenhuma afetação. Acompanhe os melhores momentos.
Cena 1 – O caminhão perdido
“A gente sempre faz de tudo para oferecer o melhor, para levar o espetáculo onde o público está, plagiando um pouco o Milton Nascimento. Adoro estar no interior de São Paulo porque as pessoas vêm nos ver porque gostam do teatro. Em outros lugares, como no Rio de Janeiro, elas querem se divertir apenas. Mas temos de respeitar isso também. Eu só fico chateada ao ver que no meio da tarde, não sabemos onde está o caminhão com figurinos e cenários (da peça que ela iria apresentar). A transportadora responsável, se é que se pode chamar assim, não dá mais explicação. Vamos ter de cancelar a sessão de sexta. Coisas da vida de artista!”

Cena 2 – O convite
“Eu não estava pensando neste espetáculo, tinha outro projeto. Mas todo mundo me dizia que eu tinha de comemorar os 80 anos de idade e 60 de carreira. Aí chega o Elcio, que eu chamo de um enlouquecido pelo teatro, com essa peça nas mãos, Azul Resplendor. A personagem principal é uma atriz famosa que há muitos anos está longe dos palcos. E o espetáculo inteiro fala do teatro, do nosso mundo, de gente que vive de atuar. Pensei: não posso recusar!”

Cena 3 – Alô Doçura
“Eu comecei, em 1953, fazendo uma peça de teatro, Uma Mulher e Três Palhaços, dirigida pelo Zé Renato. Fiz três filmes, um atrás do outro: Uma Pulga na Balança, o Craque e O Homem dos Papagaios. E logo comecei na TV Tupi. Sempre brinco que comecei com tudo de uma vez. Mas o que me marcou foi o seriado Alô, Doçura, que no começo eu fiz com Mário Sérgio, e depois com Johnny Herbert, meu primeiro marido. O texto, do Cassiano Gabus Mendes, que sabia tudo de televisão, era muito leve, mas com o tempo eu comecei com uma coisa que se chama ansiedade de atriz. A gente quer fazer coisas mais densas, sabe?”

Cena 4 – O mestre do suspense
“Eu fiz um teste com o diretor Alfred Hitchcock para um filme dele, Topázio. Aconteceu por causa da minha atuação na peça Black Out, que tinha sido um filme com a Audrey Hepburn, e fez muito sucesso no Brasil. Chegando lá, nos estúdios da Universal, eu nervosa, começaram a me colocar tudo postiço, seios, cabelos, e eu achei esquisito. Mas o maquiador me disse: ‘Meu bem, a Audrey Hepburn só teve direito de usar o próprio peito depois de dois anos!’. Então, tudo bem. Então, eu lá esperando e, de repente, ele aparece. No ato, todo mundo começou a aplaudir. Até eu. Ele começou a me perguntar da minha vida, até que isso me cansou. Não é fácil você falar de sua vida em outra língua. Então ele me disse: ‘Fale na sua língua!’. Não sei, esperei um tempo, a resposta que não veio. Depois soube que a personagem, uma cubana chamada Juanita de Córdoba, ficou com uma alemã, Karin Dor. E o filme foi um dos maiores fracassos de Hitchcock.”

Cena 5 – Laranja-lima ao vivo
“Na minha fase da Tupi, fiz muitas novelas de Ivani Ribeiro, que era uma mestra e uma escritora totalmente sem afetação. A primeira foi Meu Pé de Laranja Lima, baseada no livro de José Mauro de Vasconcellos, em que eu fazia a irmã mais velha do menino, o Zezé. Naquele tempo, não havia esse conceito de rede. Então, em Belo Horizonte, o capítulo passava um dia depois de São Paulo e Rio de Janeiro. O prefeito de BH, na época, nos contratou para encenar o último capítulo ao vivo, num teatro. Foi emocionante, a primeira vez que fiz novela no teatro.”

Cena 6 – Nossa Senhora de Lourdes
“A novela que me marcou mesmo foi Mulheres de Areia. Ruth e Raquel são lembradas até hoje. Foi uma ousadia a gente fazer o encontro das gêmeas com tão poucos recursos técnicos, mas a gente se arriscava. As gravações eram uma delícia, em Itanhaém. A casa de Ruth e Raquel, na praia, virou atração turística. Lembro que uma vez, eu estava numa gravação com o Guarnieri (Gianfrancesco), que fazia o Tonho da Lua, e veio tanta gente falar comigo que ele disparou: ‘Tenho a impressão de que estou com a Nossa Senhora de Lourdes!”

Cena 7 – No sofá com Mário Fofoca
“Quando vim para a Globo, nos anos 80, após a falência da Tupi, trabalhava muito com o Cassiano. O talento do Cassiano era de tirar o chapéu. Em Elas por Elas, eu contracenava com o Luiz Gustavo, que fazia o Mário Fofoca, um personagem inesquecível. A minha personagem, Dona Márcia, dava em cima dele o tempo todo, até que um dia ela dá um agarrão nele. Caímos os dois do sofá. E foi ao ar assim mesmo.” (por Ronaldo Victoria)
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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Por CARAS Digital 2 dias atrás

Personagem de Eva Wilma vai abordar sexualidade na terceira idade em 'Verdades Secretas'

Para a atriz, existe preconceito e tabu sobre a sexualidade de idosos: 'Mas acho que é bobagem'

Eva Wilma será Fábia, uma mulher falida que adora explorar o filho Anthony (Reynaldo Gianecchini) em Verdades Secretas, a próxima novela das 23h. 
Um dos conflitos que será explorado pela personagem será a sexualidade na terceira idade."Existem preconceitos de todos os tipos. Existe esse preconceito, esse tabu. Mas acho que é bobagem. As pessoas são o que são até o fim da vida. Todo mundo tem todas as potencialidades dentro de si, basta saber usá-las. Tantos casais idosos se dão tão bem e nunca pensaram em abandonar esse hábito. Eles vivem intensamente a vida", disse a atriz ao site da novela.
A atriz conta que está animada em atuar novamente com Gianecchini - eles já foram mãe e filho na novela Esperança, em 2002 -, e que eles formarão uma boa dupla. Aos 81 anos, a atriz pretende arrancar boas risadas do público e não pensa em parar de trabalhar tão cedo."Eu costumo dizer: 'não me dê conselhos, me deixe errar sozinha'. Acho que melhor que conselhos é a própria vida da gente. Tenho 61 anos de carreira e amo o meu trabalho. Não dou conselhos, todo mundo pode errar sozinho, mas a vida fica melhor quando a gente tem uma atividade profissional que a gente ama, tira prazer dela e continua exercendo, não tem porque se aposentar", garante.
A novela, escrita por Walcyr Carrasco, estreia em junho.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Eva Wilma celebra nova parceria com Gianecchini

17/05/2015 09h30

Eva Wilma celebra nova parceria com Gianecchini

Gshow
Eva Wilma será Fábia, mãe do personagem de Reynaldo Gianecchini, em Verdades Secretas-Foto: Felipe Monteiro/ GshowEva Wilma será Fábia, mãe do personagem de Reynaldo Gianecchini, em Verdades Secretas-Foto: Felipe Monteiro/ Gshow

Com uma trajetória brilhante na bagagem, Eva Wilma volta às telinhas na próxima novela das 11 para viver Fábia, uma mulher falida, que não perde a oportunidade de explorar o filho Anthony, vivido pelo ator Reynaldo Gianecchini.
E a química com o herdeiro da ficção vem de outros carnavais! É que a atriz já foi mãe do personagem de Gianecchini na novela Esperança, em 2002. "Na época, nós gravamos na Itália e tenho muita facilidade de me relacionar e contracenar com ele. Admiro o trabalho dele e acho que ele também gosta do meu. Vamos fazer uma dupla boa, de mãe e filho", ressalta Eva entusiasmada com o reencontro.
Longe das novelas desde Fina Estampa, a atriz, que completa 61 anos de carreira, entra em cena em Verdades Secretas para arrancar do público boas risadas com a sua personagem. "O que é mais interessante é que o Walcyr Carrasco escreve com muito humor. O marido da Fábia pegou o restinho da grana que sobrou e foi embora para casar com outra mulher. Ela tem um ressentimento", conta a artista.
Outro conflito explorado pela personagem será a sexualidade na terceira idade. "Existem preconceitos de todos os tipos. Existe esse preconceito, esse tabu. Mas acho que é bobagem. As pessoas são o que são até o fim da vida. Todo mundo tem todas as potencialidades dentro de si, basta saber usá-las. Tantos casais idosos se dão tão bem e nunca pensaram em abandonar esse hábito. Eles vivem intensamente a vida", opina a atriz.
Para Eva não há fórmula secreta e a alegria de viver está apoiada no prazer de fazer o que gosta. "Eu costumo dizer: 'não me dê conselhos, me deixe errar sozinha'. Acho que melhor que conselhos é a própria vida da gente. Tenho 61 anos de carreira e amo o meu trabalho. Não dou conselhos, todo mundo pode errar sozinho, mas a vida fica melhor quando a gente tem uma atividade profissional que a gente ama, tira prazer dela e continua exercendo, não tem porque se aposentar", garante Eva.
Verdades Secretas é uma novela de Walcyr Carrasco, com direção de núcleo de Mauro Mendonça Filho. A estreia está prevista para junho.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Eva Wilma celebra nova parceria com 

Gianecchini: 'Vamos fazer uma boa dupla'


Aos 61 anos de carreira, em Verdades Secretas, a atriz entra em cena com muito bom humor

17/05/15 às 09h07 - Atualizado em 17/05/15 às 09h07
Fabio Rosso
Do Gshow, Rio
Eva Wilma será Fábia, mãe do personagem de Reynaldo Gianecchini, em Verdades Secretas (Foto: Felipe Monteiro/ Gshow)Eva Wilma será Fábia, mãe do personagem de Reynaldo Gianecchini, em Verdades Secretas (Foto: Felipe Monteiro/ Gshow)
Com uma trajetória brilhante na bagagem, Eva Wilma volta às telinhas na próxima novela das 11 para viver Fábia, uma mulher falida, que não perde a oportunidade de explorar o filhoAnthony, vivido pelo ator Reynaldo Gianecchini.
Aos 61 anos de carreira, Eva Wilma volta às novelas (Foto: Felipe Monteiro/ Gshow)Aos 61 anos de carreira, Eva Wilma volta às novelas
(Foto: Felipe Monteiro/ Gshow)
E a química com o herdeiro da ficção vem de outros carnavais! É que a atriz já foi mãe do personagem de Gianecchini na novelaEsperança, em 2002. "Na época, nós gravamos na Itália e tenho muita facilidade de me relacionar e contracenar com ele. Admiro o trabalho dele e acho que ele também gosta do meu. Vamos fazer uma dupla boa, de mãe e filho", ressalta Eva entusiasmada com o reencontro.
Longe das novelas desde Fina Estampa, a atriz, que completa 61 anos de carreira, entra em cena em Verdades Secretas para arrancar do público boas risadas com a sua personagem. "O que é mais interessante é que o Walcyr Carrasco escreve com muito humor. O marido da Fábia pegou o restinho da grana que sobrou e foi embora para casar com outra mulher. Ela tem um ressentimento", conta a artista.
Outro conflito explorado pela personagem será a sexualidade na terceira idade. "Existem preconceitos de todos os tipos. Existe esse preconceito, esse tabu. Mas acho que é bobagem. As pessoas são o que são até o fim da vida. Todo mundo tem todas as potencialidades dentro de si, basta saber usá-las. Tantos casais idosos se dão tão bem e nunca pensaram em abandonar esse hábito. Eles vivem intensamente a vida", opina a atriz.
Eva Wilma encarna Fábia nas gravações de Verdades Secretas (Foto: Felipe Monteiro/ Gshow)Eva Wilma encarna Fábia nas gravações de Verdades Secretas (Foto: Felipe Monteiro/ Gshow)
Para Eva não há fórmula secreta e a alegria de viver está apoiada no prazer de fazer o que gosta. "Eu costumo dizer: 'não me dê conselhos, me deixe errar sozinha'. Acho que melhor que conselhos é a própria vida da gente. Tenho 61 anos de carreira e amo o meu trabalho. Não dou conselhos, todo mundo pode errar sozinho, mas a vida fica melhor quando a gente tem uma atividade profissional que a gente ama, tira prazer dela e continua exercendo, não tem porque se aposentar", garante Eva.
Verdades Secretas é uma novela de Walcyr Carrasco, com direção de núcleo de Mauro Mendonça Filho. A estreia está prevista para junho.

domingo, 22 de março de 2015

"Fica o nosso adeus e uma boa viagem a ele", diz Eva Wilma






"Fica o nosso adeus e uma boa viagem a ele", diz Eva Wilma
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Do UOL, em São Paulo

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    Eva Wilma e outros famosos lamentam a morte de Claudio Marzo
    Eva Wilma e outros famosos lamentam a morte de Claudio Marzo
Diversos artistas e famosos lamentaram a morte de Claudio Marzo e homenagearam o ator usando as respectivas redes sociais. Marzo morreu na manhã deste domingo (22), aos 74 anos, em decorrência de complicações de um enfisema pulmonar. Ele estava internado no CTI da Clínica São Vicente, na Gávea, desde o último dia 4 de março.
Em entrevista ao canal de notícias Globo News, a atriz Eva Wilma destacou a cortesia e generosidade. Os dois trabalharam juntos em "A Indomada" (1997). "Foi uma grande parceria. Ele era o marido da Maria Altiva, o Pedro Afonso. Eu lembro da primeira cena, quando descia da escada e dizia 'Pedro Afonso, stop!'. Nós tivemos cenas, nas quais ele mostrou o talento e generosidade, onde quanto era bom ator e uma grande pessoa. Vários momentos divertidos, entrosados, uma sintonia indescritível. Nos divertíamos bastante, foram inúmeros momentos de grande prazer, um parceiro tão talentoso e tão companheiro. Fica, aí, o nosso adeus e uma boa viagem a ele", concluiu Wilma.

Eva Wilma, atriz, em entrevista à GloboNews
“Trabalhamos juntos algumas outras vezes, mas esse trabalho [A Indomada] foi inesquecível, porque foi uma grande parceria. Me lembro a primeira cena em que eu desci a escada rolando e eu falei 'Pedro Afonso, stop' (...) Eu só acompanhei á distância e sentindo falta dele, porque ele não estava mais na ativa e eu estava preocupada com isso (...) Fica aí o nosso adeus agradecido por tantos momentos bonitos que ele nos deixou e uma boa viagem a ele.”
Em conversa por telefone com o R7, a atrizrelembrou o trabalho que fez com Marzo em A Indomada (1997),considerado por ela o mais marcante. 

— Sinto muito porque ele era um grande parceiro. Tivemos uma parceria muito grande em A Indomada, em que ele interpretou o personagem Pedro Afonso. Fizemos muitas cenas divertidas, cenas de atrito, de confusão. Sempre nos divertimos bastante. Ele tinha o prazer lúdico do ator. Foi marcante. Era um amigo, um querido.

A atriz, de 81 anos, contou ainda que os dois partilhavam muito o amor que tinham pelo ofício. Triste, a atriz fez questão de dizer que deixa suas homenagens ao amigo e sua família.